Qual a diferença entre pintas, sardas e verrugas?

Você sabia que quanto mais pintas uma pessoa tiver, maior é o risco de câncer? Uma pessoa com mais de 50 sinais, por exemplo, apresenta 10 vezes mais chance de desenvolver a doença no futuro. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil registra 113.850 novos casos de câncer de pele por ano e atinge, em maior quantidade, pessoas com mais de 40 anos, sobretudo as de pele clara, com queimaduras ou doenças cutâneas prévias. Mas você sabe diferenciar pintas, sardas e verrugas?

Conhecidas cientificamente como nevos, as pintas são pequenos tumores benignos formados por melanócitos, células que produzem a melanina, pigmento responsável pela coloração da pele e dos pêlos. Uma concentração de melanócitos maior que a normal acaba formando manchas escuras.

As pintas surgem tanto na infância, durante o crescimento, quanto na idade adulta, em decorrência de uma série de fatores, como a exposição à luz do sol, por exemplo. Na maioria dos casos, uma pinta não representa nenhum risco à saúde mas, mesmo assim, deve ser observada por um dermatologista, principalmente se mudar de cor, aumentar, coçar ou sangrar.

As sardas são pequenas manchas amarronzadas que aparecem na pele e geralmente são benignas. Elas resultam da produção excessiva de melanina, pigmento que confere cor à pele. Os dois tipos mais comuns de sardas são as pequenas manchas amarronzadas, que aparecem nas zonas da pele mais expostas ao sol, e as manchas marrom claro, que podem aparecer em qualquer parte da pele e que afetam a maioria das pessoas com o avanço da idade.

Já as verrugas são pequenas tumorações da pele, ásperas e levemente amareladas. Seu tamanho pode variar de 1 mm até mais de 1 cm e, por confluência de várias verrugas, formar grandes massas. Muito comuns na infância, as verrugas podem ocorrer em qualquer região do corpo ? mas em geral ocorrem no dorso das mãos e dos pés ? e se espalhar pelo contato direto.

Para prevenir um futuro câncer e cuidar de suas pintas, sardas e verrugas, faça um autoexame a cada três meses e visite um dermatologista com frquencia. Usar filtro solar com no mínimo fator de proteção 15 também é essencial.